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Comportamento dos peixes

Aumento de CO2 na água.
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CO2 na àgua

Aumento de CO2 na água altera comportamento dos peixes, diz estudo

   Autor: Jéssica Lipinski   -   Fonte e Crédito: Instituto CarbonoBrasil

 Pesquisadores da Universidade James Cook e do Instituto Australiano de Ciência Marinha divulgaram neste domingo (13) um estudo que afirma que o dióxido de carbono dissolvido na água do mar tem um efeito altamente perturbador no instinto de sobrevivência dos peixes.

Segundo os cientistas, à medida que o oceano vai se acidificando – reação que ocorre devido ao aumento dos níveis de CO2 nos mares –, vão ocorrendo alterações nos peixes, que passam a se sentir atraídos pelo odor dos predadores que geralmente evitam. Isso significa que eles ficam mais expostos a esses predadores, podendo ser mais facilmente capturados.

Para chegar a esse resultado, a pesquisa, publicada no periódico Nature Climate Change, observou populações de peixes em recifes perto de locais com atividade vulcânica, onde há uma liberação de CO2 na água acima da média. As bolhas de dióxido de carbono que são liberadas dessa atividade vulcânica aumentam a acidez da água, em efeito semelhante ao ocorrido devido ao aumento dos níveis de CO2 na atmosférica decorrente das mudanças climáticas.

Nesse cenário de aumento de concentração de CO2, a equipe de cientistas descobriu que diversas espécies de peixes, sobretudo os jovens, passaram a ficar 90% de seu tempo em água que continha o odor de seus predadores naturais. Já com níveis normais de CO2, foi observado que as mesmas espécies evitavam fortemente as águas que continham o odor de seus predadores.

Os pesquisadores explicam que isso ocorre devido ao fato de que as águas mais ácidas afetam o comportamento dos peixes através da alteração de um receptor no sistema nervoso, chamado de GABAA, que está presente na maioria dos organismos marinhos que tem sistema nervoso. Com mais CO2 na água, o GABAA para de funcionar, o que prejudica os impulsos nervosos dos neurônios, inclusive os responsáveis pela percepção do odor nos peixes.

“Esses resultados confirmam nossas descobertas em laboratório. Não há diferença entre os peixes tratados com CO2 no laboratório nos testes químicos de sentidos em relação aos peixes que capturamos e testamos no recife com CO2. Eles conseguem sentir o cheiro, mas não conseguem distinguir os sinais químicos”, observou Danielle Dixson, uma das autoras do estudo.

Infelizmente, esse não é o único malefício observado devido ao aumento de concentração de CO2 nos mares. Pesquisas anteriores indicam também o aumento da mortalidade por predação em mais de cinco vezes em águas com mais dióxido de carbono, e, além disso, a acidificação pode prejudicar o desenvolvimento da carapaça de crustáceos e moluscos e causar o branqueamento de corais, processo que enfraquece essas formações. 

 

 




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